Considerado o primeiro filme realizado segundo os princípios do manifesto Dogma 95, A FESTA (Festen) retrata uma das famílias mais perturbadoras da história do cinema. O filme marcou a consagração internacional de Thomas Vinterberg e se afirmou como um dos mais contundentes dramas familiares da história recente do cinema.
Durante a celebração do 60.º aniversário de um rico patriarca, Helge Klingenfelt, familiares e amigos reúnem-se na sua propriedade rural. O que começa como uma ocasião festiva rapidamente se transforma em caos quando revelações explosivas vêm à tona, destruindo a fachada de respeitabilidade burguesa e expondo traumas profundos, cuidadosamente escondidos ao longo de anos.
Recorrendo às liberdades económicas e estéticas do vídeo digital, Vinterberg constrói um drama de câmara de intensidade emocional devastadora. A câmara portátil em constante movimento, a iluminação natural granulada, o som diegético cru e as interpretações de enorme entrega — marcas centrais do Dogma 95 — amplificam o impacto visceral do filme. Oscilando entre a comédia mais negra e a tragédia mais sombria, A FESTA desmonta impiedosamente a estrutura patriarcal de uma família, revelando-lhe a alma doente.
O filme foi distinguido com o Prémio do Júri no Festival de Cannes de 1998 e tornou-se uma obra-chave do cinema europeu contemporâneo, agora celebrada no 30.º aniversário do movimento Dogma 95.
Horários das sessões:
dom, 18 jan | 18h30 - sessão especial
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Durante a celebração do 60.º aniversário de um rico patriarca, Helge Klingenfelt, familiares e amigos reúnem-se na sua propriedade rural. O que começa como uma ocasião festiva rapidamente se transforma em caos quando revelações explosivas vêm à tona, destruindo a fachada de respeitabilidade burguesa e expondo traumas profundos, cuidadosamente escondidos ao longo de anos.
Recorrendo às liberdades económicas e estéticas do vídeo digital, Vinterberg constrói um drama de câmara de intensidade emocional devastadora. A câmara portátil em constante movimento, a iluminação natural granulada, o som diegético cru e as interpretações de enorme entrega — marcas centrais do Dogma 95 — amplificam o impacto visceral do filme. Oscilando entre a comédia mais negra e a tragédia mais sombria, A FESTA desmonta impiedosamente a estrutura patriarcal de uma família, revelando-lhe a alma doente.
O filme foi distinguido com o Prémio do Júri no Festival de Cannes de 1998 e tornou-se uma obra-chave do cinema europeu contemporâneo, agora celebrada no 30.º aniversário do movimento Dogma 95.
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